Natureza por todos os lados.
O cheirinho das plantas, o canto dos pássaros, o barulho da chuva, a beleza das flores, o quase silêncio fazem um enorme bem para os sentidos e para a alma!
Paz.
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| Ponto de partida: Hotel Pequena Suécia |
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| Zé Alexandre |
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| Dudu Lima |
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| Marvio Ciribelli e Thais Motta |
Quando estive pela primeira vez no Hotel Pequena Suécia, percebi alguma coisa mudar em mim. Foi surgindo devagarzinho e quando me dei
conta, já tinha acontecido. Era a primeira vez que me sentia em casa, num hotel maravilhoso. Sensação deliciosa e bem diferente.
Para começar, o lugar fica no sopé da serra das Agulhas
Negras e é cercado por uma natureza deslumbrante! Aos poucos, fui tomada por
uma intensa alegria. Tudo me parecia familiar e me deixava muito
à vontade. Primeiro, porque que me encontrava em contato com a
natureza, o que sempre me fez muito bem.
A vida toda fui muito sintonizada com
o verde, a serra, o campo... Mas era ela lá e eu aqui, na urbe. O máximo que conseguia
imaginar, até então, era viver no mato
quando ficasse velhinha. A sociedade
incute coisas na cabeça da gente que não são nossas. Tipo: “jamais vou me
acostumar a uma vida longe da metrópole”! Não é verdade! E nós só
aprendemos a separar o joio do trigo com a maturidade. Ainda bem que temos essa
chance! De repente, estava eu ali, num lugar sonhado como algo
distante e me sentido em casa.
Havia
também um contraste muito interessante entre objetos e móveis de época
originais (que devem valer muito) com outros customizados, e muito artesanato.
Enfim, peças únicas. Um bom exemplar do estilo hi-lo, para usar a linguagem
da moda, que vem fazendo a cabeça dos mais antenados.
O hotel tem apenas 18 chalés e suítes - o que o distingue de outros que têm dezenas,
tipo “linha de produção” característica dos grandes hotéis. O que os deixam meio sem fisionomia e sem estilo.
No Pequena Suécia,
não. Cada um é diferente do outro. E estilo é o que não falta! Está no patchwork das almofadas, nas clarabóias, nos lustres e abajures, por todo o canto. Todos têm lareiras e salinhas de estar
integradas ao quarto. Do mais barato ao mais caro (Chalé do Príncipe).
De qualquer lugar que você olhe, a paisagem é sempre bela,
pois a composição entre chalés, natureza, piscina, paisagismo, mimos e restaurante
foi feita com muito equilíbrio.
Lá, a gente sente o cheio do bolo saindo do forno à
tardinha, o aconchego da roupa de cama macia e limpinha, como as que temos em casa, vê flores e vasinhos por todos os cantos e ouve o canto dos
passarinhos, enquanto faz uma sauna, trabalha no laptop ou assiste filmes na
TV.
Não é preciso sair para comer, nem ter que encarar um self
service impessoal dos serviços de “pensão completa” porque tem
restaurante com um excelente cardápio à la
carte, onde podemos saborear deliciosas iguarias, bem preparadas e saudáveis. 

Tem lugar para fazer piquenique, como antigamente, um
domingo no campo, trilhas para caminhadas a pé ou de bike por cachoeiras e outros paraísos escondidos de Penedo .
Uma atmosfera familiar e acolhedora, que nos traz boas lembranças
de infância, toma conta do lugar.
O conforto é moderno, o resto é personalidade e tradição preservada que faz a
gente respirar história daqui e da Suécia, em todos os detalhes: nas vestimentas
das copeiras, nos pratos típicos do cardápio, nas guloseimas do café da manhã,
nos móveis antigos, nos objetos, nas delicadezas...